♡ Quem dá mais?

Eu não sei você, mas eu daria bastante coisa por essa foto.
Eu não sei você, mas eu estou no Rio de Janeiro.

Mas se, por acaso, você estiver pela terra da garoa, essa é a hora de tirar a bufunfa de baixo do colchão e arrematar uma foto incrível no leilão do Luis Humberto.

QUANDO: 30/09/2010 – quinta-feira
HORA: 19:30
ONDE: Escola de fotografia REVER. Rua Artur de Azevedo, 1307 – Pinheiros – São Paulo

Mais informações: luishumbertoblog.wordpress.com





Uma mais linda que a outra.

♥ Do meu coração

Basta estar de pé

Enquanto o sangue escorria do supercílio cortado pelo vidro do próprio óculos, o senhor me disse:

“Eu venho sempre aqui. Estou acostumado com o lugar e, justamente hoje, eu caí.”

Fiquei pensando nisso.
Nas palavras acompanhadas pela voz fragilizada e calma.
Pensei nesse “justamente hoje”.
(Será que hoje era um dia especial pra ele?)

Fiquei pensando na ingratidão da velhice.
Como podemos terminar a vida dessa forma? Tão frágeis. Tão dependentes.
Acho linda a velhice. Gosto das rugas, da pele fina, da experiência e sabedoria adquiridas.
Não acho justo esse fim.

Mas, velhos ou jovens, acostumados com o lugar ou não, basta estar de pé para cair.
E pode ser, sim, justamente hoje.

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A foto é daqui.

♡ Drops singulares

Eu acredito na colaboração, na parceria, na contribuição.
Mas acredito, sobretudo, na amizade.

E, por acreditar nisso, começo hoje uma nova sessão: Drops singulares – a união do Singulares Pérolas com o Drops de Anis, da Nath.

Nath é amiga do coração. Minha flor, minha gêmea, minha gêmea flor.
O melhor presente que a internet me deu.

Take a sad song and make it better

Certa vez alguém me disse que só sabe o que é dor de verdade quem teve um amor e perdeu. De fato, é uma dor diferente de qualquer outra que se possa sentir – e olha que eu já senti muitas. Apendicite, atropelamento e cirurgias, pontos em vários lugares, cicatrizes, morte de pessoas queridas. Mas dor de amor é diferente, até porque dói dentro.

Li uma frase de autor desconhecido que dizia que ‘ter o coração partido é como ter uma costela quebrada – do lado de fora parece que não há nada de errado, mas cada respiração machuca’. E acho que todos que já passaram por isso sabem que é bem assim.

A gente não quer chorar, nem sofrer em demasia para não preocupar quem ama, então a gente chora em silêncio, com lágrimas para dentro. Lembro de estar em lugares públicos, deitada no tatame da academia, esperando a aula de pilates começar, e ouvir uma música que me trazia uma tempestade de sentimentos, e de querer muito chorar, muito. E não poder, porque havia pessoas ao redor, e eu não queria criar toda uma comoção por nada. Por um nada que para mim era um tudo, que rasgava o peito e me tirava o centro.

Como consolo uma amiga disse, ‘você vai ver que num dia você vai pensar nisso um segundo a menos, e no dia seguinte dois, e assim por diante, até se dar conta de que não pensa mais quase nada’. E é assim o curso da vida, os sorrisos forçados do início aos poucos vão se transformando em sorrisos sinceros, em vontade de se querer bem, de se cuidar, de devolver isso pro mundo em energia positiva, em vontade de viver mais e melhor, sempre. De não cometer os mesmos erros, de tirar aprendizados, e de guardar boas memórias no fundo do armário, numa caixa em formato de coração, empoeirada pelo tempo.

Como diria Caio, ‘natural é as pessoas se encontrarem e se perderem’. E, ratificando o pensamento do início, não acho que se perde um grande amor – amor que é amor fica para sempre, de um jeito ou de outro.

No fim, acabei ganhando uma história bonita, que só me deu mais vontade de viver muitas outras. Que seja doce.

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A foto também é dela. Assim como a sensibilidade e talento. ♥

♡ Trocando de biquíni sem parar

Eu presto muita atenção nas letras das músicas e, ainda assim, vira e mexe, canto alguma coisa errada…! Mas a minha irmã… ah!! a minha irmã é demais :)) Essa matéria é um oferecimento total a ela ;) Adoro!

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Depois de a BBC divulgar uma lista das músicas que os britânicos confundem, aproveitamos para reunir as letras que os brasileiros mais cantam errado.

A campeã é Noite do Prazer, de Cláudio Zoli, com o verso “trocando de biquíni sem parar”, que virou até nome de comunidade no Orkut. Já na Melô do Marinheiro, dos Paralamas, é difícil encontrar quem não entoe “entrei de caiaque no navio”, enquanto alguns chegam até a cantar “ou foi o pombo do navio ou foi o balanço do mar”.

O refrão de Alagados faz parte desses crimes musicais. Em “Alagados, Trenchtown, Favelá da Maré” canta-se de tudo, “Flinstones”, “os trens estão”, “quintal, “cristal”, menos o nome da cidade jamaicana onde Bob Marley nasceu. Já em Garota Nacional, do Skank, surgiu o incrível verso “com seu vestidinho preto que o prefeito te deu”.

Djavan já deve estar acostumado com as versões inventadas. “Amarelo deserto”, em Oceano, não é nada perto de “mais fácil aprender japonês que hebraico” em Se…, ou pior, “mais fácil apedrejar pôneis em Bali”.

Tem vezes em que é mais fácil criar um nome qualquer do que aprender a letra certa: “Um homem pra chamar Dirceu” em Mesmo Que Seja Eu; “Quitéria tem um peixe”, em Borbulhas de Amor; “Rita, não me conte seus problemas”, em Não me Conte Seus Problemas; e “Ô, Dercy” em Um Capeta em Forma de Guri são alguns desses exemplos.

Mas é você que é mal-passado e que não vê

– Como nossos pais, Elis Regina

Meia lua inteira, suvaco na cara do pato

– Meia lua inteira, Caetano Veloso

Vai no cabelereiro, no eletricista

– Burguesinha, Seu Jorge

Meu nome é Kátia Flávia, Cotia do Irajá mas gordinha é o que importa

– Kátia Flávia, Fernanda Abreu

Eu perguntava tudo em holandês e me abraçava com o holandês

– Whisky à Go-go, Roupa Nova

Eu tenho medo do inseguro, dos fantasmas da minha avó

– Não me deixe só, Vanessa da Mata

A minha alma tá armada e apontada para cara do sujeito

– Minha alma, O Rappa

Quem não tem caco de vidro que atire a primeira pedra

– Teto de vidro, Pitty

Homem que mata, capitalismo selvagem

– Homem Primata, Titãs

Sobe e desce na areia, virando sereia

– Uma noite e meia, Marina Lima

Os alpinistas estão chegando

– Os alquimistas estão chegando, Jorge Ben Jor

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Mas e vocês? Tem algum exemplo para compartilhar? ;)

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Fontes: matéria e foto

♡ Yes, I do

Fotografo casamentos não porque dá dinheiro ou porque tá na moda.
Fotografo porque dá prazer.
Sou apaixonada por noivas e pelo universo que existe em volta delas: amo o brilho no olhar, o branco do vestido, a magia das flores, a família reunida.
Amo arte.
Yes, I do.

E amo pessoas talentosas que têm a capacidade de me inspirar e me fazer seguir em frente.
Márcia Charnizon é uma delas:






“Márcia Charnizon vê o mundo de uma maneira particular. Para ela, assuntos muito visitados podem adquirir ângulos que passem desapercebidos por olhares mais breves. Isso nos torna capazes de abrirmos mão das nossas convicções e também olharmos de uma forma menos costumaz. É a transformação do comum em úncio. A rotina e o seu viés. E é esta busca da liberdade estética que faz de Márcia Charnizon uma fotógrafa tão especial e, ao mesmo tempo, tão próxima da nossa realidade.”

Fotos e texto retirados do site da fotógrafa: www.marciacharnizon.com.br

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Aproveitando o assunto: meu site e meu blog :)